quarta-feira, 6 de abril de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Informativo Inclusivo
Volta Redonda:
primeira cidade do país com colégio especializado no autismo
Rio – Pioneira no tratamento do autismo, Volta Redonda abriga a
primeira escola municipal do país com atendimento focado em crianças autistas.
O colégio chama-se Dayse Mansur da Costa Lima, que desde 1993 atende alunos com
algum tipo de deficiente ia, mas hoje é exclusivamente para autistas.
A ideia surgiu porque as unidades voltadas para deficientes mentais não
davam conta da especificidade do autismo. “ Fizemos um levantamento e
detectamos a necessidade de uma instituição especializada”, diz a diretora Cecília
Rodrigues Pereira.
Com 26 anos de magistério, a professora Cecília trabalha na escola desde
a inauguração e conta com orgulho os resultados de sua dedicação. “Comecei a
trabalhar com crianças autistas por opção. Tenho um irmão que aos quatro anos
foi diagnosticado como deficiente mental grave e nunca teve oportunidade de
estudar numa escola. Hoje ele tem 59 anos de idade”, conta a diretora.
Alunos do colégio de Volta Redonda: mais de 80 crianças autistas recebem
educação especializada
Cecília diz que a capacitação é muito importante. “Você tem que ser
especializado para realmente fazer alguma coisa e trabalhar pelo
desenvolvimento desses alunos”. A diretora afirma que o objetivo da escola é
trabalhar dentro da necessidade específica de cada um dos 81 alunos. “Nós
trabalhamos baseados no programa TEACCH, que é um método de avaliação
transdiciplinar americano,e que parte da necessidade de cada estudante”.
PÚBLICO
A maioria das crianças atendidas é de Volta Redonda, mas alunos de
cidades vizinhas e até de outros estados também são atendidos – nessa caso, a
família se muda para a cidade. A escola funciona em dois períodos, das 7h às
11h e das 13h às 17h, e conta com 26 profissionais. quando o aluno completa 17
anos, ele é imediatamente transferido para o Semeia (Sítio Escola Municipal
Espaço de Integração do Autista), que atende jovens autistas em fase adulta.
A ideia do Semeia foi do prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco
Neto, conhecido como protetor dos autistas. À frente do trabalho no Semeia está
a diretora-geral Sandra Maria de Souza. “Para quem conhece e sabe lidar com
autistas, é um trabalho delicioso. Eles são carinhosos, atenciosos”, elogia
Sandra.
Thaísa dos Santos, de 27 anos, é uma das alunas do Semei. Ela é atendida
por equipe especializada desde os seis anos de idade. “O suporte que a
prefeitura nos oferece merece nosso reconhecimento”, diz o pai da jovem,
Antônio Augusto. “Ter uma escola especializada para nossos filhos se desenvolverem
e ainda totalmente gratuita é uma dádiva. Eu não teria como custear um
tratamento desses”.
Lei assegura direitos
Poucos sabem, mas quem sofre de autismo no Brasil tem direitos
garantidos por lei. Em dezembro de 2012, a presidenta Dilma sancionou a Lei nº
12.764, que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa
com Transtorno do Espectro Autista.
A legislação prevê a participação da comunidade na formulação das
políticas públicas, além da implantação, acompanhamento e avaliação da mesma. A
Lei leva o nome de Berenice Piana, mãe de um menino autista, que desde que
recebeu o diagnóstico luta pelos direitos dos autistas.
A nova Lei assegura o acesso a ações e serviços de saúde público,
incluindo diagnóstico precoce, atendimento multiprofissional, nutrição
adequada, terapia nutricional e medicamentos. Há também a garantia de que
todo autista tenha assegurado o acesso à educação e ao ensino
profissionalizante, à moradia, ao mercado de trabalho e à previdência social.
Originalmente
matéria publicada no Jornal O Dia (http://odia.ig.com.br)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Informativo Inclusivo
|
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Informativo Inclusivo
Fazendo a Diferença!
Colabore conosco divulgando o Programa Escolas Rurais Conectadas e os cursos oferecidos em sua escola e nas redes sociais.
Olá Educador(a),
O Programa Escolas Rurais Conectadas, da Fundação
Telefônica Vivo está com inscrições abertas em três
novos cursos. Veja as novidades e entre no site para saber mais e
inscrever-se. As vagas são limitadas!!!
Cursos
com Inscrições Abertas
Gotas de Conscientização
Gotas de Conscientização
O
curso tem por objetivo abordar a crise hídrica que o país enfrenta, oferecendo
informações e auxiliando o educador no desenvolvimento de estratégias para
tratar desta temática com seus alunos, tanto em relação às causas desta
situação, como sobre o que cada um pode fazer para contribuir com a preservação
deste importante recurso. Aproveita a problemática contemporânea para tratar do
uso sustentável e da preservação deste precioso bem para as futuras gerações.
Carga horária: 30 horas - Duração:
Três semanas - Início: 3 de agosto
Precisa de ajuda? contato@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
Precisa de ajuda? contato@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
Sem medo
da indisciplina: A construção participativa da disciplina na sala de aula
Não
é exagero afirmar que a questão da indisciplina ocupa lugar de destaque nas
preocupações dos educadores e nas discussões sobre educação no Brasil.
Valorizando o princípio da disciplina como uma construção coletiva, que não
parte da autoridade centrada em algumas pessoas, mas dos valores que o
grupo constrói, o curso espera contribuir com esta importante questão.
Carga horária: 30 horas - Duração:
Três semanas - Início: 1 de agosto
Precisa de ajuda? contato@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
Precisa de ajuda? contato@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
A Escola
no Combate ao Trabalho Infantil - ECTI
Construído com a
participação de grandes especialistas em direitos da criança e do adolescente,
parte deles redatores do ECA, o curso tem como foco o fortalecimento de
uma cultura de respeito aos direitos humanos destas faixas etárias, com ênfase
na questão do trabalho infantil e na sua aceitação pela sociedade.
Traz informações teóricas, sem ser cansativo, e também sugestões e
orientações para os educadores trabalharem esta importante temática na escola e
na comunidade.
Carga horária: 60 horas - Duração:
Três meses - Início: 13 de agosto
Precisa de ajuda? suporte.ecti@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
Precisa de ajuda? suporte.ecti@escolasrurais.org.br
Clique aqui para saber mais e inscrever-se.
Os concluintes receberão certificado emitido pela Universidade Estadual
do Rio Grande do Sul - UERGS
Colabore conosco divulgando o Programa Escolas Rurais Conectadas e os cursos oferecidos em sua escola e nas redes sociais.
Bons
estudos!
Programa Escolas Rurais Conectadas
Fundação Telefônica – Vivo
Fundação Telefônica – Vivo
Assinar:
Postagens (Atom)

